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terça-feira, 29 de abril de 2008

Museu da Liberação Animal - é o PETA em ação



Eu ainda não consegui terminar o meu tour pelo fantástico museu virtual que o PETA fez em defesa da causa animal. Mas já quero postar aqui meu convite a todos (que falam inglês) para visitarem o site. É muito bem feito, tecnologia web de primeira e o conteúdo é de tirar o fôlego.
Adorei. Visite e indique um amigo ao final. É só clicar aqui para estar dentro do museu.

Prometo dar mais detalhes ao final da visita para aqueles que não falam a língua de Shakespeare.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Aparelhos "orgânicos"

Vou publicar uma matéria na íntegra do Valor Ecnômico, escrita por Claudia Facchini.

Em todo o mundo, as pessoas se preocupam cada vez mais com a qualidade dos alimentos que levam à mesa, optando por consumir produtos livres de agrotóxicos. Agora, nos países do primeiro mundo pelo menos, mais pessoas querem saber se os equipamentos eletrônicos que estão na sala, nos quartos e na cozinha podem fazer mal à saúde ou ao meio-ambiente. Motivos para se preocupar não faltam.
Os aparelhos - televisores e DVDs por exemplo - podem conter substâncias nocivas, como chumbo, mercúrio e cadmium, metais pesados que ainda são utilizados por algumas empresas no processo de fabricação. Outro ponto de atenção é o consumo de energia. Um televisor convencional de plasma consome quase três vezes mais energia do que o antigo televisor de tubo.
Um recente estudo publicado pela Deloitte nos Estados Unidos, no qual a firma de consultoria traça as tendências para a indústria de tecnologia, afirma que a sala de estar pode se transformar em um dos maiores inimigos da economia de energia - e, consequentemente, da emissão de gás carbônico - devido à proliferação dos equipamentos domésticos, como PCs, gravadores de DVD e videogames.
O instituto Energy Saving Trust, dos EUA, prevê que os aparelhos de informação, comunicação e entretenimento poderão responder por 50% do consumo residencial de energia por volta de 2020. Entre 1980 e 2005, a participação dos eletrônicos na conta de luz dos americanos triplicou - saltou de 5% para 15%. No Brasil, estima-se que os televisores respondam por 10% do gasto de energia das residências.
Pressionadas pelos consumidores e também pelos acionistas, as grandes indústrias já estão se movimentando há alguns anos e passaram a investir em tecnologias alternativas, mais ecológicas. Marcas como a japonesa Sony e a holandesa Philips vêem ainda a oportunidade de atrair clientes ao oferecer aparelhos eletrônicos "verdes" ou "orgânicos", seguindo uma estratégia semelhante à utilizada pela indústria de alimentos. O que mostra que tecnologia e design deixaram de ser os únicos atributos de marketing dos eletrônicos .
No Japão, a Sony lançou recentemente uma linha de televisores "orgânicos" (foto acima). Os gabinetes dos aparelhos são feitos com plástico vegetal - o produto é derivado do milho e não do petróleo.
A Philips lançou a Eco TV, que foi eleita o melhor produto da Consumer Electronic Show (CES) de 2008, o maior evento da indústria no mundo, realizado em Las Vegas no início de janeiro. O televisor traz uma nova tecnologia desenvolvida pela Philips, que reduz o consumo de energia sem comprometer a qualidade da imagem. Um sensor embutido mede automaticamente a luz ambiente da sala e ajusta a luz de fundo do televisor.
Além disso, a Eco TV é feita com matérias-primas que causam baixo impacto ao meio ambiente. Tanto sua embalagem como os manuais utilizam papel reciclado. O produto começará a ser comercializado no mundo a partir de março, mas, segundo informou a Philips no Brasil, ainda não há uma previsão para o seu lançamento no país. A Sony também não consegue prever quando os televisores "orgânicos" começarão a ser comercializados no Brasil.
Em entrevista ao Valor, Barbara Kux, presidente do Conselho de Sustentabilidade da Philips, a maior fabricante de eletrônicos de consumo da Europa, afirma que a maior preocupação dos consumidores ainda recai sobre o uso de energia dos aparelhos. "As pessoas sempre se preocupam mais com o que pesa no bolso", acrescenta. A multinacional holandesa lançou televisores de LCD que consomem 35% menos energia do que os modelos anteriores ou do que os modelos fabricados pelos concorrentes.
Mas, segundo Kux, a Philips também vem implementando iniciativas em outras frentes, como reciclagem. Nos EUA, a empresa foi premiada pelo Wal-Mart por uma campanha em que incentivava o consumidor a entregar seu televisor antigo na compra de um LCD de 32 polegadas. A Sony também implementou em San Diego, nos Estados Unidos, uma unidade de reciclagem de produtos eletrônicos.
No Brasil, porém, essa ainda é uma realidade distante. Como existe uma carência muito grande por tecnologia no país, o descarte dos aparelhos e o lixo eletrônico não têm a mesma dimensão que possuem nos países ricos.
Segundo Barbara Kux, a Philips estabeleceu como meta gerar 30% do seu faturamento com a venda de "produtos verdes". Isto envolve as três divisões do grupo holandês: iluminação (lâmpadas), saúde (equipamentos médicos) e estilo de vida (aparelhos eletrônicos e de cuidados pessoais). Em 2007, as vendas dos "produtos verdes" cresceram 33%, alcançando 5,3 bilhões de euros, ou o equivalente a 20% do faturamento do grupo.
Alexandre Kadota, executivo da Sony responsável pela gestão ambiental no Brasil, conta que a empresa adotou em 2002 um rígido programa de gerenciamento das substâncias utilizadas no processo de produção e que envolve também os seus fornecedores. A companhia eliminou os metais pesados, como cadmium, mercúrio e chumbo, que era utilizado nas soldas e em pigmentos das resinas plásticas, por exemplo. Nas caixas acústicas, a Sony também substituiu o uso de PVC por outros plásticos menos nocivos ao meio-ambiente.
"O PVC está com seus dias contados", afirma Kadota. Nas embalagens, a empresa também trocou o isopor que protegia as mercadorias por um produto feito de polpa de papelão. "O consumidor geralmente não sabe o que está dentro dos equipamentos", diz Kadota. Mas a pressão dos acionistas para que as empresas mudem a sua forma de agir é cada vez maior. "Ninguém quer investir em uma companhia que prejudique o meio ambiente".

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

E dá-lhe sheik!

Extraí direto do JB:
"Emirados Árabes terão cidade sem emissão de CO2
Agência AFP
ABU DHABI - O rico emirado de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, iniciará, em fevereiro, a construção da primeira cidade no mundo desenhada para funcionar com nível zero de emissões de gás carbônico. Na Masdar City - que funcionará exclusivamente com fontes de energia renováveis, como a solar, graças ao sol constante do deserto do emirado - seus aproximandamente 50 mil habitantes vão circular em meios de transporte automáticos."

É impressionante o investimentos que os sheiks estão fazendo em Abu Dhabi. Os Emirados Árabes serão o centro do mundo em muito poucos anos. Basta ver pelas propostas culturais (novos Guggeinhein e Louvre, por exemplo) e empreendimentos imobiliários que estão surgindo naquelas terras. A melhor notícia, é que apesar de tanta ostentação e ouro, eles também pensaram em fontes renováveis de energia.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Pintura Ecológica? Sim é possível!

A cidade de Viçosa no estado de MG, está adotando a pintura ecológica como um solução barata e de muito bom gosto para pintar as paredes das casas. Vale a pena conferir e torcer para que isso se torne uma realidade. Veja o vídeo aqui.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Os 8 Objetivos do Milênio - só para não esquecer

Essa é a Declaração do Milênio, assinada pelos países da ONU (e o Brasil faz parte deste comprometimento). Não custa nada lembrar:

Os 8 jeitos de mudar o mundo são:

1) Acabar com a fome e a miséria
2) Educação básica de qualidade para todos
3) Igualdade entre sexos e valorização da mulher
4) Reduzir a mortalidade infantil
5) Melhorar a saúde das gestantes
6) Combater a AIDS, a malária e outras doenças
7) Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente
8) Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento

T de Transgênico!



Atenção! Quem se deparar agora com este selo em alguma pet de óleo vai estar diante de mais uma vitória do Greenpeace. Significa que o óleo foi produzido com soja geneticamente modificada, ou seja, transgênica.

A boa notícia vem do próprio site do Greenpeace Brasil (www.greenpeace.org.br). Em 2005, a entidade entrou com uma denúncia e teve apoio do Ministério Público de São Paulo. Após anos de luta, a Bunge e a Cargill, maiores produtoras de óleo de soja do país (como Liza e Soya) foram obrigadas a usar o selinho paga-mico.

Existem diversas leis municipais e estaduais diferentes sobre o assunto. No estado do Acre é proibida a venda de qualquer produto que contenha transgênico. E acreditem, no Rio de Janeiro será obrigatório para supermercados e até botequins (!!!) avisarem da comercialização ou utilização desses produtos. Agora basta saber se os pés-sujos do Rio que vendem frituras como água no deserto vão cumprir a lei. Se a moda pega, até barraquinha de X-Tudo (:P) vai ter que colocar um aviso ao lado da "praquinha" do "x-burg". Tomara que dê certo!

Parabéns ao Greenpeace Brasil por mais uma vitória! Vamos agurdar para que a lei seja cumprida, pois existem dezenas de produtos que precisam ser rotulados.